Comunicados de imprensa
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Transportes representará 50% dos negócios da FM Logistic do Brasil em 2021

Novo escopo de serviço atenderá ao crescimento do e-commerce e a transformação digital trazida pelo omnichannel aliado à logística sustentável São Paulo, outubro de…

Em October 28, 2020

Novo escopo de serviço atenderá ao crescimento do e-commerce e a transformação digital trazida pelo omnichannel aliado à logística sustentável

São Paulo, outubro de 2020 – A FM Logistic, um dos principais operadores de logística e supply chain do mundo, incorporou ao portfólio de atuação o serviço de transporte de cargas no Brasil, com o intuito, principalmente, de oferecer um escopo completo de soluções para atender ao crescimento das cadeias de suprimentos omnichannel, atendendo assim às expectativas dos clientes e dos consumidores cada vez mais exigentes e digitalizados. 

O projeto é estruturado por meio de parcerias com empresas de transporte de carga de pequeno, médio e grande porte, com atendimento de todo o território brasileiro, incluindo as regiões estratégicas onde a FM Logistic está inserida como São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro através de cinco centro de distribuição que movimentam, anualmente, 105 mil toneladas de produtos diversos dos setores industrial, bens de consumo, varejo, cosméticos, manufaturados, higiene e cuidados pessoais. 

“Nosso negócio está mudando para acompanhar um cenário extremamente competitivo. E isso é essencial em uma empresa logística. Inserir o serviço de transporte no portfólio do Brasil é uma estratégia para acompanhar o crescimento gigantesco do e-commerce, com soluções tecnológicas e alinhadas às necessidades do mercado, tendo como foco central a preocupação com uma logística sustentável”, explica Juscelino de Oliveira, gerente de transporte da FM Logistic do Brasil. 

Atualmente, o transporte representa 1/3 do faturamento global da FM Logistic, o que equivale a 500 milhões de euros. A FM Logistic quer estar cada vez mais inserida no mercado como uma empresa de logística “green”, que se preocupa com o meio ambiente e a sustentabilidade. “Para isso, nossos parceiros no transporte de cargas precisarão cumprir com requisitos primordiais. Nosso foco é atuar com uma frota ecológica de, no máximo, 10 anos, sendo ela composta por veículos elétricos, híbrido, gás ou hidrogênio”, reforça Oliveira. 

Conforme Ronaldo Fernandes da Silva, presidente da FM Logistic do Brasil, a empresa está alicerçada em quatro eixos de desenvolvimento e transformação, sendo eles, inovação em big data, investimento em omnichannel, oferecer um supply chain completo ao mercado e soluções logísticas alinhadas à preocupação ambiental. O foco central da companhia, segundo ele, é garantir uma equipe empenhada em criar soluções para uma cadeia de suprimentos sustentável que contribuirá para uma melhor qualidade de vida. 

Uma pesquisa recente realizada pela consultoria Roland Berger em parceria com a FM Logistic aponta que o mercado de logística urbana deve crescer, aproximadamente, 8% até 2030. O estudo ressalta ainda que diante das questões econômicas e ambientais do setor, é fundamental repensar toda a cadeia logística. Com isso, a FM defende que somente com mais cooperação entre operadores logísticos, empresas de TI e autoridades públicas será possível otimizar o fluxo de mercadorias dentro das cidades, atendendo às necessidades dos clientes. 

“Acreditamos muito na potencialidade do serviço de transporte de cargas, pois aproveitaremos o impulso do e-commerce, expandindo os serviços de co-packing e oferecendo soluções mais completas ao mercado. No Brasil, a expectativa é de que o transporte represente 50% dos negócios em 2021. E que 10% das receitas sejam provenientes de operações de co-packing”, explica. 

Potencialidade do omnichannel

A FM Logistic seguirá acompanhando o crescimento do omnichannel e do e-commerce, demonstrando sua expertise em ambos os segmentos. Para Júlio Nishino, gerente de soluções omnichannel na FM Logistic do Brasil, essa transformação ocasionada pela digitalização tem se destacado em toda a cadeia de abastecimento e foi impulsionada, ainda mais, com a COVID-19. 

“É inegável que a pandemia está acelerando tendências que sustentam estratégias importantes de negócios. Nossas prioridades estão baseadas em pessoas, expansão do e-commerce, acompanhamento de novos modelos de consumo, auxiliando empresas na transformação digital de negócios do B2B para o B2C e ofertando serviços customizados para garantir a eficiência operacional das cadeias logísticas dos nossos clientes”, comenta. 

Para ele, a mudança para o varejo omnichannel é o maior escopo da empresa para inovação e um fator vantajoso para os clientes. “Com o transporte aliado à logística sustentável e ao omnichannel, nos envolveremos em todo o processo da cadeia de abastecimento, desde o manuseio dos paletes, embalagem, nacionalização e distribuição, centralizando todas as soluções em um único provedor logístico”, diz Júlio Nishino. 

Brasil no centro dos negócios

Conforme ressalta o presidente da FM Logistic do Brasil, a empresa tem crescido três vezes mais do que o mercado logístico e a intenção é duplicar organicamente os negócios em três anos, com foco nos setores de cosméticos, varejo e consumo, baseado em desenvolvimento sustentável e investimentos em equipes comerciais e omnichannel.

Para dobrar o faturamento previsto, a empresa investirá em tecnologia e na ampliação dos centros de distribuição multiclientes, que hoje está em 180 mil metros quadrados de área. Os negócios da FM Logistic no Brasil estão centralizados em 30% no segmento de bens de consumo, 27% em cosméticos, 22% no varejo e 21% no industrial.

“As empresas encontram desafios para administrar a cadeia logística que, muitas vezes, envolvem canais e tempo de resposta dos processos. Estamos direcionando uma atenção especial ao mercado brasileiro nesse aspecto de mobilidade urbana e omnichannel por meio de parcerias estratégicas. Esperamos um crescimento de 10% nos negócios no ciclo 2021/2021 e uma ampliação de 20 mil metros quadrados da nossa área de armazenagem. Para o Brasil, a expectativa é encerrar 2023 com uma receita anual de R$ 200 milhões”, finaliza Ronaldo Fernandes da Silva. 

Informações para a Imprensa

Flávia Gavioli
(11) 99369-7116
flaviagavioli@uol.com.br

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